Valentine’s Day: Cool Bags para Celebrar o Amor!
Datas românticas como o Valentine’s Day passam, mas algumas escolhas permanecem. Entre elas, as “cool bags” que escapam dos códigos mais óbvios do luxo e se tornam presentes com informação de moda. Esta curadoria reúne bolsas de grife que revisitam it-bags consagradas a partir de cores pouco esperadas, matérias-primas que provocam o olhar e formas que atualizam o desenho original sem apagar sua história. São peças pensadas para quem acompanha o ritmo das grandes maisons internacionais, entende o peso do design e prefere ser surpreendida com um acessório que diz mais sobre estilo do que sobre ocasião.
Para celebrar o amor fugindo dos clássicos óbvios de sempre, aqui vão 7 modelos de cool bags para tornar o Valentine’s Day deste ano ainda mais especial.
7. Bolsa Balenciaga City Neo Classic
Criada em 2001, durante a passagem de Nicolas Ghesquière (hoje na Louis Vuitton), a City quase não chegou ao mercado. Desenvolvida inicialmente como um protótipo interno, a bolsa foi considerada informal demais para os padrões do luxo da época e chegou a ser deixada de lado.
O destino mudou quando Kate Moss, ao ver o modelo nos bastidores do atelier em Paris, se apaixonou pela peça e passou a usá-la espontaneamente. Fotografada com a bolsa, a top model ajudou a transformar o acessório em objeto de desejo, levando a Balenciaga a colocá-lo em produção. Com couro macio, ferragens aparentes e estética relaxada, a City rompeu com o rigor das it-bags do início dos anos 2000. Anos mais tarde, sob o olhar de Demna e agora Pierpaolo, o modelo ganhou novas leituras. A Neo Classic é uma delas: uma atualização sutil, mais estruturada com shape trapézio, mas que preserva o espírito original desse ícone e reafirma seu lugar entre as cool bags para presentear em datas românticas como o Valentine’s Day.
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6. Bolsa Gucci Horsebit Chain Puffer
A Gucci Horsebit Chain Puffer é um exemplo claro de como uma maison italiana centenária consegue atualizar seus próprios códigos sem diluí-los. O modelo parte do icônico Horsebit, símbolo introduzido pela Gucci nos anos 1950 e diretamente ligado ao universo equestre, e o transporta para uma bolsa de volume acolchoado, macio e propositalmente exagerado.
O efeito puffer, pouco comum em bolsas estruturadas de luxo, confere um twist jovem e moderninho, enquanto a corrente metálica robusta mantém a conexão com a herança da marca. Disponível em cores que vão das neutras as mais inesperadas, além de acabamentos que fogem do tradicional, a Horsebit Chain Puffer se tonou uma das cool bags da Gucci por unir conforto visual, presença e identidade. É uma bolsa que vem dos arquivos da inesquecível era Tom Ford, mas que dialoga com o agora, e mantém sofisticação suficiente para circular entre diferentes estilos e ocasiões.

5. Bolsa Miu Miu Wander
A bolsa Wander traduz com precisão o espírito da Miu Miu, frequentemente descrita como a irmã mais nova, irreverente e descolada da Prada. Lançada no início dos anos 2020, a Wander revisita o formato hobo com linhas suaves, construção flexível e proporções que acompanham o corpo, reforçando uma estética mais espontânea.
O destaque fica para o uso de matelassê, cores delicadas ou intensas e materiais como couro nappa extremamente macio, características que ajudaram a transformar o modelo em uma das cool bags mais desejadas da marca, e por isso, um presente à altura do Valentine’s Day. Ao contrário de bolsas rígidas e formais, a Wander aposta em leveza visual e atitude, dialogando com um público que consome moda de forma mais livre. É um acessório que reflete o DNA lúdico da Miu Miu, sem perder o rigor de acabamento herdado do grupo Prada.

4. Bolsa Fendi Peekaboo Fur Bicolor
Clássico absoluto da Fendi desde seu lançamento em 2009, a Peekaboo nunca saiu de moda, mas é nas versões mais ousadas que ela revela sua capacidade de reinvenção. A Peekaboo Fur Bicolor mantém a silhueta estruturada e elegante que consagrou o modelo, mas ganha um twist contemporâneo ao ser inteiramente revestida por pelos com padronagem bicolor.
O contraste entre a forma clássica e o material inusitado cria um efeito visual forte, elevando a bolsa ao status de cool bag. A escolha do fur, frequentemente presente no imaginário da Fendi desde a era das irmãs Fendi e de Karl Lagerfeld, reforça a ligação com o DNA da maison. Ao mesmo tempo, a combinação de cores e texturas transforma essa edição da Peekaboo em uma peça atual, pensada para quem valoriza tradição com leitura moderna.

3. Bolsa Dolce & Gabbana Silicy Jelly
Lançada originalmente como um ícone estruturado da Dolce & Gabbana, a Sicily sempre esteve associada a uma elegância clássica, quase formal. A versão Jelly subverte essa leitura ao trocar o couro tradicional por PVC translúcido e colorido, em tons vibrantes como rosa, verde e azul. O resultado é um contraste direto entre forma e material: a silhueta permanece precisa e reconhecível, enquanto o acabamento transforma a bolsa em uma peça leve, jovem e claramente casual.
Essa mudança de matéria-prima é o que coloca a Sicily Jelly no radar das cool bags, ao atualizar um clássico sem descaracterizá-lo. A Dolce & Gabbana, conhecida por seu imaginário mediterrâneo e sensual, encontra aqui uma leitura mais divertida e urbana, conectada ao verão e à cultura pop. Uma bolsa que preserva a herança da marca, mas adiciona informação de moda ao romper com expectativas.

2. Bolsa Bottega Veneta Arco
A Bottega Veneta construiu sua reputação a partir do minimalismo, da ausência de logotipos explícitos e da valorização extrema do savoir-faire, tornando-se referência quando o assunto é luxo silencioso. Ainda assim, seu portfólio abriga verdadeiras cool bags, e a Arco Tote é uma das mais emblemáticas. O modelo destaca a técnica do intrecciato em versão maxi, ampliando a trama artesanal até que ela se torne o principal elemento visual da bolsa.
As alças arqueadas, que dão nome ao design, acrescentam personalidade e movimento à silhueta. Em versões de cores intensas e saturadas, como verde e azul, a Arco rompe com a sobriedade tradicional da maison sem perder elegância. É uma bolsa que equilibra rigor artesanal e ousadia cromática, provando que o luxo discreto também sabe dialogar com propostas contemporâneas.

1. Bolsa Balenciaga Le Cagole XS
Talvez nenhuma outra maison tradicional tenha se especializado tanto em cool bags quanto a Balenciaga. Desde a era Demna, a marca passou a explorar uma leitura mais provocativa do luxo, deslocando códigos tradicionais e e subvertendo regras. A Le Cagole XS nasce exatamente desse contexto. O modelo revisita o universo biker por meio de tachas, correntes e fivelas metálicas, mas em uma escala reduzida e pensada para o uso diário.
O couro macio, de aparência levemente desgastada, reforça a ideia de uma peça menos polida e mais urbana. Compacta, mas visualmente marcada, a Le Cagole não busca neutralidade: funciona como ponto de tensão no look. É esse equilíbrio entre atitude, design reconhecível e leitura de moda atual que consolida o modelo como uma das bolsas mais descoladas da Balenciaga.

O amor pode até ser clássico. As bolsas, não precisam. Qual dessas “cool bags” vai surpreender neste Valentine’s Day?












