Jacob Elordi e as Bolsas de Luxo: O Ator que Redefiniu o Acessório Masculino
Se existe um nome que vem mudando, na prática, a forma como homens se relacionam com bolsas de luxo, é Jacob Elordi. Longe de qualquer construção artificial, o ator australiano incorporou o acessório ao seu dia a dia com naturalidade e transformou flagras casuais em referência imediata de estilo.
Entre aeroportos, semanas de moda e walks despretensiosos pelas ruas de Nova York, uma coisa é constante: a bolsa está sempre ali. Grande, estruturada, minimalista ou até colorida. Mais do que um detalhe, virou assinatura.
Esse movimento dialoga diretamente com uma mudança mais ampla no guarda-roupa masculino de luxo: menos rígido, mais experimental e cada vez mais aberto a códigos historicamente considerados femininos.
A seguir, um mergulho nas bolsas de luxo que ajudam a construir essa narrativa.
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Bolsa Bottega Veneta Andiamo
A relação entre Jacob Elordi e a Bottega Veneta passa longe de estratégia óbvia. É estética e das bem resolvidas.
A Andiamo chegou em 2023, já na fase de Matthieu Blazy (agora na Chanel), quando a casa italiana voltou a olhar para o que sempre soube fazer melhor: couro impecável e design limpo. O nome, que em italiano significa “vamos”, entrega a proposta sem rodeios, uma bolsa pensada para circular, acompanhar rotina, sair da teoria e ir para a rua.
O intrecciato segue ali, mas mais solto, menos rígido. A construção é macia, com proporção generosa e alça longa que funciona no ombro ou cruzada. No lugar de logo, um nó metálico discreto resolve tudo.
É exatamente esse tipo de peça que encaixa no guarda-roupa do Elordi. Jeans largo, camiseta básica, tênis e a bolsa fazendo o contraponto. Nada engessado, nada forçado. Funciona porque parece natural.
No fim, a Andiamo não tenta chamar atenção. E talvez por isso mesmo acabe chamando.

Bolsa Bottega Veneta Cassette
Outro capítulo importante dessa história passa pela Cassette, modelo que reposicionou a Bottega Veneta como uma das marcas de luxo mais cool e desejadas da atualidade.
Lançada durante a direção criativa de Daniel Lee (hoje na Burberry, a bolsa ampliou a técnica intrecciato em escala maxi, criando um efeito acolchoado que rapidamente dominou o street style.
O interessante é observar como a Cassette atravessou fronteiras de gênero. Inicialmente vista como uma bolsa feminina, hoje aparece com frequência em produções masculinas, muito por conta de nomes como Elordi, que a incorporam sem adaptação ou tentativa de “neutralização”.

Bolsa Louis Vuitton Speedy P9
Entre escolhas mais contidas, Jacob Elordi também abre espaço para peças que puxam o olhar, caso da Speedy P9, da Louis Vuitton.
A base vem de longe. A Speedy nasceu nos anos 1930 como uma versão menor da Keepall, pensada para acompanhar a rotina urbana com a mesma lógica de viagem da maison fundada por Louis Vuitton. Décadas depois, segue como um dos formatos mais reconhecíveis da casa.
A virada mais recente acontece com Pharrell Williams. Na linha P9, a Speedy aparece em cores saturadas, couro mais macio e proporções atualizadas, menos rígida, mais presente no look.
Quando Elordi surge com versões chamativas do modelo, o recado é direto: a bolsa não entra para complementar, entra para conduzir. Em um guarda-roupa masculino cada vez mais aberto a experimentação, ela assume o papel principal sem precisar de muito mais em volta.

Bolsa Fendi Baguette
“It’s not a bag, it’s a Baguette.” A frase dita por Carrie Bradshaw em Sex and the City ajudou a transformar a Baguette em algo maior do que um acessório.
Criada em 1997 por Silvia Venturini Fendi para a Fendi, a bolsa nasceu com uma ideia simples: um modelo pequeno, de alça curta, pensado para ser carregado sob o braço , como o pão francês que inspira o nome. O formato, direto e funcional, acabou definindo o fim dos anos 90 e início dos 2000.
Ao longo dos anos, a Baguette virou um fenômeno cultural. Foram centenas de variações, bordadas, com paetês, em couro, lona e uma presença constante no guarda-roupa de celebridades e na cultura pop.
Décadas depois, o modelo entra em outra fase. Sai a leitura restrita ao feminino, entra um uso mais livre, mais aberto a styling. É aí que Jacob Elordi aparece.
Se Carrie Bradshaw fez da Baguette um ícone na ficção, Elordi leva a peça para a vida real sem cerimônia. O ator já foi visto com versões crossbody, encaixando o clássico em looks simples — camiseta, calça ampla, tênis. Funciona justamente por não parecer calculado.
No fim, o gesto é direto: a Baguette continua sendo a Baguette, só mudou quem usa, e como usa.

Bolsas masculinas de luxo: como Jacob Elordi ajudou a normalizar o acessório no guarda-roupa masculino
O que antes aparecia pontualmente nas passarelas ou em nichos mais experimentais, hoje ganha espaço real nas ruas e nomes como Jacob Elordi ajudam a acelerar esse movimento.
Ao incorporar modelos de casas como Bottega Veneta, Louis Vuitton e Fendi no dia a dia, o ator desloca a bolsa masculina do campo da exceção para o da rotina.
Não se trata de tendência isolada. O crescimento do interesse por bolsas masculinas, especialmente modelos crossbody, totes e formatos compactos, acompanha uma mudança mais ampla no vestir: menos regras, mais liberdade de combinação.
Na prática, a bolsa deixa de ser um item funcional ou pontual e passa a integrar o look com intenção. Seja em versões maiores, que estruturam a silhueta, ou em modelos menores, que funcionam como ponto de contraste, o acessório ganha papel ativo.
O resultado é claro: a bolsa masculina não precisa mais de justificativa.
Qual das bolsas de luxo de Jacob Elordi é a sua favorita?













