8 Bolsas Louis Vuitton para Fugir dos Clássicos Mais Populares na Summer Sale
Quando se fala em bolsas Louis Vuitton, é quase automático lembrar dos modelos mais clássicos e populares como a Speedy, a Alma ou a Neverffull. Mas a maison francesa, com mais de 170 anos de história, guarda em seu portfólio uma infinidade de bolsas que muitas vezes passam despercebidas do grande público. São criações que, mesmo sem tantos holofotes, também se consagraram como ícones e têm tudo para conquistar quem gosta de elegância sem cair na mesmice. Algumas permanecem nas lojas, outras foram descontinuadas e só aparecem em curadorias second hand — prova de que quem conhece vai além do óbvio, buscando o diferencial e valorizando o legado.
Descubra 8 Bolsas Louis Vuitton para fugir dos clássicos mais populares da maison na Summer Sale.
8. Bolsa Louis Vuitton Rose des Vents
Para quem associa a Louis Vuitton quase automaticamente aos monogramas icônicos, a Rose des Vents surge como um desvio elegante de rota. Criada para destacar o trabalho em couro e o savoir-faire da maison, ela aposta em uma estética limpa, de linhas estruturadas e proporções precisas, que dispensa logotipos evidentes para afirmar sua identidade. O nome, inspirado na rosa-dos-ventos usada nas antigas malas de viagem da grife, conecta a peça à história sem recorrer ao óbvio.
Em versões mais raras, como, por exemplo, a lizard, a Rose des Vents ganha ainda mais força como escolha de quem busca algo realmente fora do comum. É uma bolsa pensada para quem já conhece bem os códigos da Louis Vuitton — ou para quem prefere ser notada justamente por fugir deles. Perfeita para escapar das bolsas clássicas da Louis Vuitton com monogramas, ela se impõe pelo acabamento, pela construção impecável e por um luxo que se revela nos detalhes, não na repetição.
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7. Bolsa Louis Vuitton Ellipse
Poucas bolsas traduzem tão bem a ideia de que a Louis Vuitton também sabe brincar com proporções quanto a Ellipse. Lançada nos anos 1990, ela rompeu com a lógica das totes retangulares ao adotar um formato oval, rígido e quase arquitetônico — um gesto ousado para a época, que ajudou a construir seu status cult. Revestida em canvas Monogram com acabamentos em couro natural, a Ellipse carregava o DNA da maison, mas em uma silhueta pouco convencional.
Com seu desenho preciso e presença marcante, o modelo rapidamente conquistou celebridades e it-girls do final dos anos 90 e início dos 2000, período em que a Louis Vuitton explorava novas leituras para seus códigos mais clássicos. Fora de linha há anos, a Ellipse voltou ao radar impulsionada pelo revival da estética Y2K e pelo interesse crescente por peças com história e identidade própria.
Hoje, aparece de forma pontual em curadorias pre-loved, especialmente nas versões PM e GM, e é cada vez mais disputada. É uma das bolsas Louis Vuitton para quem gosta de fugir de formatos clássicos, ideal tanto para quem já tem uma coleção sólida da grife quanto para quem valoriza designs que atravessam o tempo justamente por nunca terem sido óbvios.

6. Bolsa Louis Vuitton Artsy
A Louis Vuitton Artsy ocupa um lugar interessante dentro do portfólio da maison: é reconhecível para quem entende, mas longe de ser óbvia. Lançada no final dos anos 2000, o modelo surgiu como uma resposta mais orgânica e fluida às totes estruturadas da marca, trazendo um espírito quase boêmio para o universo rigoroso do canvas Monogram. Não por acaso, é uma das bolsas louis vuitton perfeitas para fugir dos modelos mais populares e clássicos de sempre.
O grande diferencial da LV Artsy está no formato hobo de corpo maleável, que ganha personalidade própria conforme o uso. A alça única em couro natural, trançada à mão, funciona como assinatura do modelo e adiciona um toque artesanal que conversa diretamente com o savoir-faire histórico da Louis Vuitton. No interior, o mosquetão dourado pendente — muitas vezes confundido com adorno — é um aceno aos códigos utilitários da grife, além de reforçar o caráter funcional da peça.
Disponível em versões como MM e GM, a Artsy é espaçosa, confortável de usar no ombro e especialmente querida por quem busca uma bolsa de impacto visual sem rigidez excessiva. Ao longo dos anos, o modelo também apareceu em variações de couro Empreinte e edições especiais, ampliando seu alcance entre diferentes perfis de consumidoras.

5. Bolsa Louis Vuitton Coussin
Lançada em 2021 durante o desfile da LV na Paris Fashion Week, a bolsa Coussin se tornou um dos modelos mais modernos e desejados da grife. Criada por Nicolas Ghesquière, diretor criativo da linha feminina da Louis Vuitton, a bolsa se destaca pelo design acolchoado e pelo couro macio, conferindo um toque cool. O nome “Coussin” significa “almofada” em francês, e a peça faz jus ao nome com sua aparência volumosa e textura sofisticada.
Outro grande diferencial da Coussin é sua versatilidade. Ela pode ser usada como crossbody, no ombro ou até como clutch, dependendo da ocasião e do estilo de quem a carrega. Além disso, está disponível em uma ampla paleta de cores, desde tons vibrantes até os neutros mais clássicos, garantindo que há uma versão perfeita para cada gosto. Seu acabamento em couro de bezerro ultramacio e detalhes metálicos refinados tornam essa bolsa uma peça de destaque. Chic e contemporânea, a Coussin é mais uma opção para quem quer fugir das bolsas mais clássicas e populares da Louis Vuitton, mas que ainda carrega o icônico monograma. Aqui, aplicado de forma diferente, diretamente no couro, e não no tradicional canvas.

4. Bolsa Tote Louis Vuitton V Monogram
Lançada na segunda metade da década de 2010, a V Tote Monogram rapidamente chamou atenção pelo detalhe que a diferencia: o “V” em couro liso contrastante, geralmente em vermelho ou caramelo, atravessando o canvas Monogram. Mais do que um elemento estético, o V é uma referência direta ao DNA da maison, historicamente associado ao espírito de “voyage” — afinal, Louis Vuitton nasceu do universo das viagens de luxo.
Com estrutura firme, espaço interno generoso e duas alças — de mão e ombro —, a V Tote é uma bolsa que une praticidade e impacto visual. Ela dialoga com mulheres que gostam do Monogram, mas querem algo menos óbvio e com mais presença gráfica. Hoje, é difícil encontrá-la nas lojas, mas ela segue disputada em brechós de luxo e sites de revenda, justamente por oferecer um toque inesperado dentro do repertório clássico da marca. Não à toa, é considerada um achado entre as Bolsas Louis Vuitton na Summer Sale.

3. Bolsa Louis Vuitton Beverly
A Beverly foi lançada no início dos anos 2000 e logo se destacou por unir sofisticação clássica a um formato mais prático para o dia a dia. Sua assinatura é a aba frontal com fecho triangular dourado, que confere personalidade sem ser over. Disponível em tamanhos diferentes, do PM ao GM, apareceu tanto no tradicional canvas Monogram quanto em versões em couro Vernis, que deixavam o modelo ainda mais glamouroso.
Hoje, a Beverly já saiu das lojas oficiais, mas segue como peça-desejo no mercado de second hand. Para colecionadores, é um verdadeiro achado, justamente por traduzir a estética da época — elegante, funcional e com aquele ar de bolsa que atravessa décadas sem perder relevância. Se você procura uma LV com cara de clássico, mas que não é tão óbvia quanto a Speedy ou a Alma, a Beverly é aposta certeira.

2. Bolsa Louis Vuitton Tivoli
A Louis Vuitton Tivoli foi lançada em 2007 e rapidamente conquistou as mulheres que amam um design elegante e feminino. Inspirada na cidade italiana de mesmo nome, famosa por sua arquitetura sofisticada e charmosos jardins, a bolsa carrega essa mesma essência refinada. Seu formato arredondado e pregas delicadas na lona Monogram conferem um toque romântico e atemporal.
Um dos pontos mais marcantes da Tivoli é sua praticidade. Ela possui um zíper na parte superior para maior segurança, além de alças ajustáveis que proporcionam conforto ao usá-la no dia a dia. Seu interior espaçoso permite carregar tudo o que você precisa, seja no modelo PM (pequeno) ou GM (grande). Além disso, o couro Vachetta, característico das bolsas LV, escurece com o tempo, adquirindo uma pátina única que deixa cada peça ainda mais especial. Apesar do sucesso, o modelo foi descontuniado misteriosamente, para a tristeza de suas admiradoras, por isso segue sendo uma disputa entre as Bolsas Louis Vuitton nesta Summer Sale.

1. Bolsa Louis Vuitton Westminster
Longe do óbvio e fora do radar dos modelos mais saturados da grife, a Louis Vuitton Westminster é um daqueles achados na Summer Sale que revelam intimidade real com o universo da maison. Desenvolvida como uma leitura mais moderninha do distintivo Damier Ebene, ela conversa com quem aprecia o rigor estético da Louis Vuitton, mas prefere códigos mais discretos e menos reconhecíveis à primeira vista. Não à toa, é uma das bolsas louis vuitton perfeitas para fugir dos clássicos mais populares.
O canvas Damier Ebene surge aqui em um tote de linhas estruturadas, com zíper no topo — um detalhe que muda completamente a experiência de uso quando comparado a modelos abertos como a Neverfull. As alças ajustáveis, os acabamentos em couro natural e o interior generoso fazem da Westminster uma bolsa pensada para a rotina contemporânea: funcional, segura e elegante sem esforço. Disponível em versões como PM e GM, ela transita com facilidade entre a cidade, o trabalho e a mala de viagem.
Fora de linha, a Westminster ganhou um novo capítulo no mercado second hand, onde seu design menos óbvio passou a ser ainda mais valorizado. É uma escolha que faz sentido tanto para quem já construiu uma coleção sólida de ícones da Louis Vuitton quanto para quem gosta de ser elogiada nas rodas de amigas fashionistas justamente por fugir do previsível.

Essas foram algumas das bolsas Louis Vuitton na Summer Sale perfeitas para quem quer fugir dos clássicos mais óbvios e populares da maison. Qual desses modelos é o seu preferido?













