Moncler lidera ranking de sustentabilidade global
Em um momento em que o luxo é cada vez mais cobrado por transparência, responsabilidade e sustentabilidade, a Moncler reforça sua posição como uma das casas mais consistentes nesse movimento. Pelo sétimo ano consecutivo, a marca conhecida pelas suas puffers lidera os índices Dow Jones Best-in-Class World and Europe no setor de têxteis, vestuário e artigos de luxo, alcançando 91 pontos na avaliação conduzida pela S&P Global.
O reconhecimento não surge por acaso. Ele é resultado de uma estratégia que vem sendo construída ao longo dos últimos anos e que dialoga diretamente com a transformação do consumidor de luxo, cada vez mais atento à origem, aos processos e ao impacto das peças que consome.
O DNA da Moncler: da montanha ao luxo global
Fundada em 1952, na cidade de Monestier-de-Clermont, na França, a Moncler nasceu desenvolvendo equipamentos para clima extremo. As icônicas jaquetas acolchoadas, criadas inicialmente para alpinistas, rapidamente migraram para o lifestyle urbano e, décadas depois, tornaram-se peça-chave no guarda-roupa contemporâneo de inverno.
Sob o comando de Remo Ruffini, que assumiu a marca nos anos 2000, a Moncler passou por uma transformação estratégica, equilibrando herança técnica com desejo fashion. Hoje, colaborações, edições limitadas e um posicionamento global consolidam a marca como um dos nomes mais relevantes do luxo atual.
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A Sustentabilidade na Moncler: do discurso à prática
A liderança nos índices Dow Jones evidencia uma mudança estrutural no setor. Durante muito tempo, o luxo foi associado exclusivamente à qualidade e à exclusividade. Hoje, esses atributos caminham lado a lado com responsabilidade ambiental e social.
No caso da Moncler, alguns números ajudam a entender essa evolução:
- Mais de 60% do náilon utilizado já é reciclado
- Mais de 55% do algodão vem de fontes orgânicas ou recicladas
- Redução de 46% nas emissões de carbono (Escopos 1 e 2) desde 2021
- Engajamento de 30% dos fornecedores diretos em planos de redução de emissões
Esses dados mostram um movimento consistente em direção a uma cadeia produtiva mais controlada — um dos maiores desafios da indústria da moda.

Cadeia produtiva e fornecedores: o novo foco do luxo
Se antes o olhar da sustentabilidade estava concentrado no produto final, hoje ele se expande para toda a cadeia. A Moncler tem investido em programas de conscientização e suporte aos fornecedores, um ponto crucial para marcas globais que dependem de múltiplos parceiros.
Esse tipo de iniciativa reflete uma tendência mais ampla: o luxo passa a ser medido também pela capacidade de uma marca de influenciar positivamente todo o seu ecossistema.
Por que esse reconhecimento importa
Os índices Dow Jones Best-in-Class não avaliam apenas iniciativas pontuais, mas sim a integração da sustentabilidade na estratégia de negócio. Estar no topo por sete anos consecutivos indica consistência — algo raro mesmo entre grandes grupos de luxo.
Para a Moncler, isso reforça não apenas reputação, mas também competitividade. Em um mercado onde consumidores valorizam propósito tanto quanto produto, sustentabilidade deixou de ser diferencial e passou a ser critério.

O futuro: ainda há espaço para evolução
Apesar dos avanços, a própria liderança da marca reconhece que o caminho está longe de completo. A indústria da moda segue sendo uma das mais desafiadoras em termos ambientais, especialmente quando se trata de escala global.
O caso da Moncler mostra, no entanto, que é possível alinhar crescimento, desejo e responsabilidade — uma equação que deve definir os próximos capítulos do luxo.














