O Desfile Masculino da Dior Inverno 2026 por Jonathan Anderson é o Assunto da Vez!
Um dia após a apresentação, o desfile masculino da Dior assinado por Jonathan Anderson na Paris Fashion Week Inverno 2026 continua entre os assuntos mais comentados nas redes sociais e nos bastidores da indústria. Não se trata apenas de impacto visual ou de peças ousadas, mas de uma coleção que reabre discussões antigas, e ainda mal resolvidas, sobre gênero, silhueta e os limites do guarda-roupa masculino contemporâneo. À frente da maison francesa desde junho de 2025, o diretor criativo irlandês, ex-Loewe, apresentou uma Dior que provoca, divide opiniões e, justamente por isso, não passa despercebida.
Jonathan Anderson e a Dior: quando a provocação encontra a herança da maison
Conhecido por seu trabalho autoral à frente da JW Anderson e por sua habilidade em deslocar códigos tradicionais da moda, Jonathan Anderson aplica à Dior Masculina uma leitura cuidadosa da história da marca. Fundada em 1946 por Christian Dior, a maison sempre construiu sua identidade a partir da silhueta como discurso. E é exatamente essa ideia que o estilista resgata, agora, para o universo dos homens.
Desde os primeiros looks do desfile, ficou evidente o interesse em questionar a rigidez histórica do vestuário masculino. Regatas de paetês surgem combinadas a calças skinny de linhas precisas, criando composições que escapam de classificações fáceis entre masculino e feminino. Não há ironia nem exagero: a proposta é direta, beira ao elegante, e justamente por isso causa estranhamento.

Novas proporções e o corpo masculino em evidência
Outro ponto que alimentou o burburinho foi a silhueta. Jonathan Anderson aposta em casaquetos acinturados e versões cropped, muitas vezes deixando o abdômen à mostra. A propostaa desloca a ideia clássica de sobriedade associada à moda masculina de luxo. Além disso, vestidos mídi e saias volumosas também entram na coleção, tratados com a mesma seriedade estética que a alfaiataria.
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Aqui, o corpo masculino não é disfarçado nem protegido por camadas rígidas: ele é moldado, revelado e reinterpretado, em um movimento que dialoga com discussões contemporâneas sobre identidade e expressão pessoal.

(Fotos/Reprodução Vogue Runway).
Clássicos da Dior com novos códigos visuais
Peças reconhecíveis do guarda-roupa masculino da Dior também aparecem, mas com alterações sutis e estratégicas. As polos ganham dragonas prateadas, enquanto as calças surgem cobertas por estampas florais abstratas, quebrando a previsibilidade do styling. O contraste entre referências militares, elementos decorativos e tecidos leves reforça a ideia de tensão constante, um dos eixos centrais da coleção.

Nos looks de inverno, os casacões de peso chamam atenção pelos punhos amplos de pelo, enquanto alguns sobretudos recebem capas sobrepostas em longos painéis de seda, adicionando movimento e um certo ar cerimonial às peças. É um inverno teatral, mas controlado, que equilibra impacto visual e construção de imagem.

Por que o desfile da Dior Masculino Inverno 2026 por Jonathan Anderson segue gerando debate?
Muito além de antecipar tendências, o desfile masculino da Dior na PFW Inverno 2026 propõe uma reflexão clara: até onde vai o masculino na moda de luxo atual? Jonathan Anderson não oferece respostas fáceis. Mas, talvez, seja justamente isso que mantém o desfile em evidência mesmo após depois da apresentação.
Entre aplausos, críticas e muitos recortes circulando nas redes sociais, a coleção se consolida como uma das apresentações mais comentadas nesta temporada de Paris Fashion Week. Independentemente de sua tradução comercial, a Dior Men reafirma seu papel como uma das maisons dispostas a usar o desfile como espaço de discurso e não apenas de produto.
Mas e e aí, gostaram?
Assista ao Desfile Dior Masculino Inverno 2026 Completo na PFW:













