Longchamp: história da marca, bolsa Le Pliage e por que é tão famosa
Fundada em Paris em 1948 por Philippe Cassegrain, a Longchamp se tornou uma das marcas francesas mais reconhecidas no segmento de bolsas, malas de viagem, acessórios em couro e calçados. Com uma trajetória marcada pelo savoir-faire francês e pela funcionalidade de suas criações, a grife conquistou espaço em diferentes mercados ao redor do mundo e hoje conta com centenas de pontos de venda internacionais.
Grande parte desse sucesso está ligada à Bolsa Le Pliage, lançada em 1993. Inspirado na arte japonesa de dobrar papel, o modelo rapidamente se transformou em um dos maiores fenômenos da moda.
Diferentemente de maisons tradicionais como Chanel, Dior, Saint Laurent e Louis Vuitton, a Longchamp ocupa uma posição particular no mercado, sendo frequentemente associada ao conceito de luxo acessível — uma combinação de tradição francesa, qualidade de fabricação e preços mais competitivos dentro do universo premium.
Neste guia completo e atualizado (2026), você vai descobrir o significado de Longchamp, como pronunciar corretamente o nome da marca, a história da Bolsa Le Pliage, quais são os modelos mais desejados da grife, por que celebridades e influenciadoras continuam apostando nas criações da maison e onde comprar original no Brasil.
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A história da Longchamp em datas: de tabacaria a grife mundial
A trajetória da Longchamp é uma das mais curiosas da moda: começou com cachimbos e couro em Paris e chegou à bolsa dobrada mais vendida do mundo. Veja os marcos históricos:
| Ano | Marco histórico |
|---|---|
| 1948 | Philippe Cassegrain funda a Longchamp em Paris como tabacaria de artigos em couro |
| 1955 | Expansão para Segré: fábrica de bolsas, carteiras e malas de couro |
| 1978 | Cachimbos deixam o catálogo; Longchamp passa a ser marca 100% de acessórios |
| 1979 | Primeiras boutiques próprias no Japão e Hong Kong; início da expansão asiática |
| 1988 | Primeira loja na França, em Paris; portfólio expandido para roupas, cintos e luvas |
| 1993 | Lançamento da Le Pliage — bolsa de nylon dobrável inspirada no origami japonês |
| 2000 | Início das colaborações com artistas e estilistas internacionais |
| 2005 | Kate Moss se torna garota-propaganda da marca |
| 2006 | Inauguração da boutique em SoHo, Nova York, projetada por Thomas Heatherwick |
| 2007 | Lançamento da primeira coleção de prêt-à-porter e linha de sapatos |
| Hoje | Mais de 250 lojas no mundo; +26 mi de Le Pliage vendidas; gestão de Jean Cassegrain (3ª geração) |
Como se pronuncia Longchamp?
Uma dúvida muito comum entre quem está começando a conhecer o universo das bolsas de luxo é como pronunciar corretamente o nome da marca francesa Longchamp.
A pronúncia mais próxima do original em francês é:
“Lon-shan”
Ou, de forma fonética:
/lõ-shã/
O “g” final não é pronunciado e o som “champ” não deve ser lido como “tchamp” ou “xamp”. Em francês, a palavra tem uma sonoridade nasal característica, semelhante a “shan”.
Muitas pessoas pronunciam incorretamente como:
- Long-champ
- Long-xamp
- Long-camp
- Long-tchamp
No entanto, a forma utilizada na França e pela própria marca é muito próxima de “Lon-shan”.
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O que torna a Longchamp diferente das outras grifes de moda?
Em um setor dominado por conglomerados, a Longchamp mantém algo raro: a gestão 100% familiar.
As bolsas da Longchamp casam grafismos e cores chamativas. A marca nunca foi absorvida por nenhum grupo empresarial e está entre as marcas de bolsas de luxo acessíveis mais relevantes do mundo.

Por que a Longchamp tem esse nome? A origem inesperada da grife
O nome da marca não vem da moda, e sim do hipismo: “Longchamp” é o nome de um famoso hipódromo parisiense. Essa herança equestre ainda está no DNA visual da grife até hoje.
No dia 23 de setembro de 1948, Philippe Cassegrain iniciou, em Paris, as atividades de sua empresa ao comercializar produtos para tabaco e cachimbo. Ele batizou o negócio com o nome Longchamp em homenagem à famosa corrida francesa de cavalos — que em tradução livre significa “campo longo”.
Em poucos anos, o empresário transformou o negócio de tabaco em uma loja de cachimbos exclusivos envoltos em couro, fabricados por artesãos de Paris. A distinta qualidade dos produtos fez com que rapidamente se tornassem itens de luxo entre os franceses.
Como a Longchamp se tornou global: A expansão que mudou tudo
Em menos de 30 anos, a Longchamp foi de uma tabacaria parisiense a uma grife com boutiques no Japão, Hong Kong, Alemanha, Bélgica e Nova York — tudo com gestão familiar.
O primeiro grande passo veio em 1955, quando Cassegrain expandiu para Segré, a 300 km de Paris, abrindo uma fábrica de bolsas, carteiras e malas em couro. Em 1978, os cachimbos deixaram o catálogo definitivamente, e a Longchamp se tornou uma marca 100% de acessórios.
Em 1979, as primeiras boutiques foram inauguradas no Japão e Hong Kong. Em 1988, a primeira loja na própria França abriu em Paris — e o portfólio ganhou luvas, echarpes, cintos e até sapatos Longchamp.

Quando foi criada a bolsa Le Pliage e por que ela é tão famosa?
A Le Pliage foi lançada em 1993 e se tornou o modelo de bolsa mais vendido do mundo — com uma nova unidade vendida a cada 5 segundos em algum ponto do planeta.
Feita de nylon com detalhes em couro, a bolsa Le Pliage pode ser dobrada até ficar do tamanho de uma pequena carteira. Inspirada na arte japonesa do origami, o item se tornou um ícone de praticidade para a mulher moderna e ajudou a grife a ganhar fama internacional — especialmente no mercado americano.
A Le Pliage está disponível em versões de couro, em diversidade de cores e em quatro tamanhos: pequena, média, grande e extra grande. A coleção 2014/2015 trouxe duas novas linhas: a Le Pliage Héritage (acabamento estruturado e luxuoso) e a Le Pliage Losange (estampa inspirada na pirâmide do Museu do Louvre).
Conheça também a Le Pliage Filet, versão em crochê criada em parceria com a FILT, a mais antiga fabricante de sacolas de rede da França. E explore todos os modelos de bolsas da Longchamp no guia completo do blog Etiqueta Única.

A Longchamp é uma marca de luxo?
A resposta é: depende da definição. A Longchamp é uma marca premium acessível — posicionada acima das marcas de massa, mas com preços significativamente menores do que maisons como Chanel, Hermès ou Dior.
Ela não faz parte de nenhum conglomerado de luxo (como LVMH ou Kering) e mantém gestão 100% familiar — o que reforça seu posicionamento independente e artesanal. O couro de alta qualidade, a produção parcialmente feita em França e a presença em feiras e eventos de moda internacionais colocam a Longchamp na categoria de luxo acessível.
Se você está avaliando se vale a pena investir na Longchamp, veja também nosso guia sobre bolsas de luxo acessíveis — marcas internacionais e o post com peças de marcas francesas para investir.

Quais foram as colaborações mais famosas da Longchamp?
A partir dos anos 2000, a Longchamp abraçou as colaborações com artistas e estilistas como estratégia de reinvenção criativa — sem abrir mão da identidade parisiense da marca.
O estilista Jeremy Scott (que por anos comandou a italiana Moschino) criou a linha “Ceci est un it bag” — uma brincadeira com o quadro surrealista de René Magritte — e assinou também versões da Le Pliage em tecido. A artista britânica Tracy Emin desenvolveu modelos exclusivos que ajudaram a marca francesa a se reinventar no mundo fashion. E o arquiteto Thomas Heatherwick projetou a boutique de SoHo, Nova York, inaugurada em 2006.
Essas parcerias dialogam diretamente com o universo das bolsas clássicas de marcas francesas para investir — muitos modelos de colaboração valorizam no mercado second hand.

Qual foi a parceria mais famosa com celebridades?
A parceria com Kate Moss em 2005 é a colaboração mais icônica da história da grife.
A supermodelo britânica Kate Moss foi a garota-propaganda da marca em 2005. Trabalhar com alguém com um renome como o de Moss é um objetivo para qualquer grife de luxo.
Ela foi capa da revista Vogue mais de 30 vezes ao longo de 25 anos de carreira, e em 2006 foi a 2ª modelo mais bem paga do mundo, com ganhos estimados de 9 milhões de dólares. Ela ficou atrás apenas de Gisele Bündchen, supermodelo brasileira.
Uma nova parceria com Moss foi feita anos depois, em 2010, quando a grife lançou no mercado uma coleção de bolsas assinada pela modelo. As peças se tornaram rapidamente em um enorme sucesso de vendas, e um sonho de consumo entre os consumidores do mundo da moda.

Onde Comprar Longchamp Original no Brasil?
Quem deseja comprar uma Longchamp original no Brasil encontra hoje algumas opções oficiais, embora a presença da marca seja bem mais discreta do que a de outras grifes francesas. A maison mantém operação no país por meio de pontos de venda selecionados e também do e-commerce brasileiro da marca, que entrega produtos oficiais com garantia de autenticidade.
Entre os endereços mais conhecidos estão as lojas localizadas nos shoppings Iguatemi, em São Paulo, incluindo unidades no JK Iguatemi e no Iguatemi São Paulo, dois dos principais centros de luxo do país.
No entanto, para muitos consumidores, especialmente aqueles em busca de modelos clássicos, cores descontinuadas ou edições especiais da Le Pliage, o mercado second hand de luxo costuma ser uma alternativa ainda mais interessante. Além de possibilitar acesso a peças que já não estão disponíveis nas boutiques, plataformas especializadas oferecem curadoria, processos de autenticação e uma seleção muito mais ampla de bolsas Longchamp em diferentes estados de conservação.
Perguntas frequentes sobre a Longchamp
O que é a Longchamp e por que ela é famosa?
A Longchamp é uma grife francesa fundada em 1948 por Philippe Cassegrain, em Paris. É famosa pela bolsa Le Pliage, lançada em 1993 e inspirada no origami japonês. Com mais de 26 milhões de unidades vendidas, a Le Pliage tornou a Longchamp reconhecida mundialmente como símbolo de praticidade e estilo parisiense.
A Longchamp é uma marca de luxo?
A Longchamp é classificada como premium acessível — acima das marcas de massa, mas com preços menores do que grandes maisons como Chanel ou Hermès. Ela não faz parte de nenhum conglomerado de luxo e mantém gestão 100% familiar, o que reforça seu posicionamento independente e artesanal.
Quando foi criada a bolsa Le Pliage da Longchamp?
A bolsa Le Pliage foi lançada em 1993. O nome significa “dobrar” em francês — a bolsa pode ser compactada até o tamanho de uma carteira. É feita de nylon com detalhes em couro e foi inspirada na arte japonesa do origami. Até hoje é o modelo mais vendido da marca, com uma unidade vendida a cada 5 segundos no mundo.
A Longchamp pertence a algum grupo de luxo?
Não. A Longchamp é uma das poucas grandes grifes do segmento premium que permanece 100% independente e familiar. Não faz parte de conglomerados como LVMH, Kering ou Richemont. Atualmente é gerida por Jean Cassegrain, neto do fundador Philippe Cassegrain.
Onde comprar bolsas Longchamp originais com desconto no Brasil?
O Etiqueta Única é o maior brechó de luxo online do Brasil e oferece bolsas Le Pliage e outros modelos Longchamp originais com até 70% de desconto. Todas as peças passam por curadoria de autenticidade antes de serem publicadas.
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