As Bolsas das Marcas Francesas que Encantam na Second Hand Week
Você já se perguntou o que torna as bolsas das marcas francesas que encantam mulheres de todas as nacionalidades tão singulares? Cada criação carrega o DNA de sua maison, refletindo não apenas um estilo, mas uma visão de mundo. Mesmo quando os modelos são distintos, eles encontram o mesmo público: mulheres que reconhecem a precisão artesanal, a coerência estética e a narrativa de estilo de cada maison.
Talvez seja o prestígio do “Made in France” ou a aura de Paris — a única cidade capaz de sustentar uma semana de alta-costura que dita tendências globais — que cria essa sensação de pertencimento. Independentemente do motivo, possuir uma bolsa de uma maison parisiense é mais do que um investimento em luxo: é um investimento em história, identidade e atemporalidade.
Abaixo reúnimos 4 bolsas de marcas francesas que encantam gerações e estão na Second Hand WeeK:
Twist – Louis Vuitton
Entre os ícones do portfólio da Louis Vuitton, a Twist se destaca como uma das bolsas que traduzem perfeitamente a capacidade da marca de equilibrar tradição e contemporaneidade. Lançada em 2015, pouco depois de Nicolas Ghesquière assumir o comando criativo da maison, ela reflete o desejo do estilista de modernizar os códigos clássicos da marca sem perder sua essência.
O fecho LV giratório, que forma a letra “V” ao ser travado, se tornou imediatamente reconhecível e rapidamente assumiu o status de detalhe icônico. Produzida principalmente em couro Epi, de textura marcante e durabilidade excepcional, a Twist chega em diferentes tamanhos, cores e edições limitadas, tornando cada versão desejável de forma singular.
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Mais do que um acessório, ela mostra por que as bolsas da Louis Vuitton que encantam atravessam estilos, gerações e culturas. Por estar na coleção permanente, a Twist é um investimento seguro: combina versatilidade com atemporalidade, acompanha qualquer look e mantém relevância constante dentro do universo da marca. Encontrá-la em oportunidades de mercado second hand é raro, mas estratégico, permitindo acessar um clássico contemporâneo de forma inteligente — uma bolsa que, silenciosamente, se afirma como referência de elegância moderna.
Sac de Jour – Saint Laurent
Quando Hedi Slimane apresentou a Sac de Jour em 2013, a Saint Laurent já era reconhecida por seu minimalismo parisiense e atitude contemporânea. Mas a Sac de Jour elevou essa filosofia a um novo patamar: combinando linhas estruturadas, proporções precisas e acabamento impecável, a bolsa se tornou imediatamente reconhecível, transmitindo poder e elegância sem precisar de logotipo ostensivo.
O nome, que significa “bolsa do dia”, reforça sua versatilidade — uma peça capaz de acompanhar tanto looks de trabalho quanto produções sofisticadas à noite. Mas o que realmente consolida a Sac de Jour como destaque é sua presença contínua e desejada, que atravessa temporadas sem perder relevância, sendo constantemente reinterpretada em cores, tamanhos e materiais.
Na Second Hand Week, a Sac de Jour se destaca não por ter saído de linha, mas justamente por sua consistência e prestígio. Modelos bem cuidados ganham destaque entre colecionadores e fashionistas que valorizam peças de luxo autênticas, com história e atemporalidade, e que sabem reconhecer a assinatura da maison em cada detalhe: o couro firme, o fecho preciso e a silhueta imponente.
Além disso, a Sac de Jour representa uma espécie de ponto de encontro entre tradição e contemporaneidade. Ela é a prova de que uma bolsa pode ser um investimento emocional e estético, atraindo atenção no mercado de luxo pre-loved mesmo décadas após seu lançamento. Cada edição, de cores clássicas a versões mais ousadas, reafirma a capacidade da Saint Laurent de criar peças que permanecem relevantes e desejáveis ao longo do tempo.
Grand Shopping Tote – Chanel
A Chanel Grand Shopping Tote foi lançada por volta de 2004, durante uma época em que o mercado de bolsas de luxo estava em plena expansão. A demanda por bolsas que oferecessem não apenas design, mas também funcionalidade, era alta, e a GST respondeu perfeitamente a essa necessidade.
Uma das características mais marcantes da GST é seu tamanho generoso, que a diferencia de outras bolsas Chanel mais compactas. Ela foi projetada para ser uma bolsa de compras, ou “shopping bag”, mas rapidamente se tornou muito mais do que isso. A GST é frequentemente escolhida por profissionais e executivas que precisam de uma bolsa elegante e espaçosa para o trabalho, capaz de carregar documentos, tablets e outros itens essenciais.
O design do modelo é inspirado na clássica bolsa Chanel 2.55, mas com uma abordagem mais moderna e funcional. Feita em couro caviar, um material conhecido por sua durabilidade e resistência a arranhões, a Grand Shopping Tote é ideal para o uso diário. Além disso, o couro caviar também confere à ela uma textura luxuosa e robusta, mantendo a estrutura e o formato da bolsa ao longo do tempo.
Um fato curioso sobre a GST é que, apesar de sua popularidade, a Chanel descontinuou a produção do modelo em 2015. Isso fez com que a bolsa se tornasse ainda mais cobiçada entre colecionadores e fãs da marca, elevando seu valor no mercado de revenda. A descontinuação da GST foi vista como uma surpresa para muitos, já que ela era uma das bolsas mais queridas da Chanel.
Lindy – Hermès
Diferente da Birkin ou da Kelly, que encantam pelo prestígio histórico, pelos valores exorbitantes e pelas longas filas de espera, a Lindy conquista por outro motivo: pela simplicidade chic e pelo formato singular. Criada por Jean-Paul Gaultier em 2006 e lançada na coleção Primavera/Verão 2007 da Hermès, a bolsa surgiu da ideia de Frédéric Vidal, que buscava resolver a rigidez das alças paralelas tradicionais, criando um modelo confortável e funcional sem perder elegância.
O sucesso da Lindy se consolidou ainda mais com a Mini Lindy 20, lançada na coleção Outono/Inverno 2019, que trouxe uma alça mais longa permitindo o uso transversal. Com duas alças de mão e uma de ombro, a Lindy adapta-se a diferentes estilos e situações, mostrando que versatilidade e design inteligente podem ser tão desejáveis quanto exclusividade e status.
Disponível em tamanhos que vão do 26 ao 45, e com a Mini no tamanho 20, além de uma ampla paleta de cores e tipos de couro, a Lindy é uma das bolsas da Hermès que encantam por equilibrar funcionalidade, estética refinada e personalidade, conquistando admiradoras que buscam uma elegância discreta e contemporânea, longe do óbvio e do óbvio luxo ostentatório.
Então, qual dessas bolsas das marcas francesas mais te encanta?