Hermès x Bialetti: Conceito inspirado no Ano do Cavalo une Luxo e Café
Nos últimos anos, projetos criativos que misturam moda e design de produto têm ganhado força nas redes sociais. Depois da repercussão de um conceito envolvendo a Lacoste e a Bialetti, um novo exercício de imaginação chamou atenção: uma proposta não oficial que conecta a herança equestre da Hermès ao design icônico da cafeteira italiana.
Embora não exista colaboração formal entre as marcas, o projeto viral reforça como o universo do luxo pode dialogar com objetos do cotidiano. Neste caso, o ritual do café.

Conheça a Hermès
Fundada em 1837, em Paris, a Hermès nasceu como uma oficina especializada em arreios e selas para a aristocracia europeia. O cavalo está na essência da marca desde o início. Ao longo do tempo, a maison expandiu sua atuação para bolsas, lenços de seda, prêt-à-porter e acessórios, mantendo como pilares o artesanato minucioso e a ligação com o universo equestre.
Mesmo quem não acompanha moda já ouviu falar de modelos como Birkin e Kelly, bolsas que se tornaram referência no mercado de luxo global. A Hermès é conhecida por produção controlada, forte identidade visual e independência, não pertence a conglomerados como LVMH (que detém entre vários nomes a Louis Vuitton, Dior, Celine) ou Kering (dono da Gucci, Balenciaga e outras).
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E a Bialetti, onde entra nessa história?
Criada na Itália em 1933, a Bialetti revolucionou o consumo doméstico de café com a Moka Express, aquela cafeteira de alumínio octogonal que virou símbolo do espresso feito em casa. Seu design praticamente não mudou em décadas, tornando-se um clássico do design industrial.
A marca é associada à tradição italiana, ao ritual do café e à ideia de pausa diária , valores que contrastam, mas ao mesmo tempo conversam, com o ritmo acelerado do mercado de luxo.

O conceito Hermès x Bialetti inspirado no Ano do Cavalo
O projeto foi desenvolvido pelo designer Emanuele Morelli como uma proposta conceitual. A ideia imagina uma edição especial da cafeteira inspirada no Ano do Cavalo do calendário lunar, unindo dois símbolos:
- O cavalo, elemento central na história da Hermès, associado a movimento e tradição.
- O café, representando ritual, pausa e cotidiano.
A narrativa visual propõe uma leitura sofisticada do objeto doméstico, transformando a cafeteira em peça de design com códigos visuais ligados ao universo equestre.
É importante destacar: não se trata de uma colaboração oficial. Nenhuma das marcas confirmou parceria. O projeto funciona como exercício criativo e reflexão sobre branding, herança e design.

Por que conceitos como esse viralizam?
Para quem não está familiarizado com o universo das collabs de luxo, vale entender um ponto: hoje, a moda ultrapassa roupas e acessórios. Marcas de alto padrão dialogam com gastronomia, hotelaria, arte e design.
Projetos conceituais como esse chamam atenção porque:
- Reúnem duas marcas com identidades fortes.
- Misturam tradição e cultura contemporânea.
- Transformam objetos comuns em itens aspiracionais.
- Geram conversa nas redes sociais, mesmo sem produto real à venda.
O sucesso do conceito anterior envolvendo Lacoste e Bialetti abriu caminho para que novas interpretações criativas surgissem, mostrando como o design pode funcionar como linguagem cultural.

Luxo, design e cotidiano: o que essa ideia revela
Para quem ainda não conhece profundamente o mercado de luxo, esse tipo de projeto ajuda a entender algo fundamental: marcas como a Hermès não vendem apenas produtos, mas narrativas construídas ao longo de décadas.
Ao imaginar uma cafeteira que incorpora códigos equestres, o conceito traduz visualmente o DNA da maison para um objeto popular. Já a Bialetti, com seu design reconhecível mundialmente, oferece a base perfeita para essa reinterpretação.
Mesmo sendo um exercício criativo, a proposta reforça como tradição, design industrial e moda podem coexistir em uma mesma narrativa.
Mas e aí, gostaram?













