HISTÓRIA DO CLÁSSICO SLINGBACK
O sapato que foi desenhado para enganar o olho
A história do slingback mais copiado do mundo➜ –
• O sapato bicolor da Chanel
Bege de um lado, preto do outro, parece só um detalhe estético. Na verdade é uma ilusão de ótica calculada por Coco Chanel há quase 70 anos.
Criado pela próprio Coco sem ajuda de mais ninguém
• 1957
Diferente de tantos ícones da moda pensados por diretores criativos, , o sapato bicolor nasceu direto das mãos da fundadora da maison, parte de uma coleção que ela desenhou em pessoa.
Foto: Reprodução: Vogue
Bege alonga a perna. Preto encurta o pé.
• O truque
Essa foi a lógica das duas cores: o corpo bege prolonga visuamente a silhueta da perna, enquanto o bico preto reduz a percepção do tamanho do pé, um truque de proporção décadas antes do termo "styling" existir.
Foto: Reprodução: Vogue
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Os novos sapatos da Cinderela
• O apelido
Foi assim que o modelo ficou conhecido na época do lançamento, uma referência direta à ideia de um sapato que se encaixa e favorece qualquer pé, de qualquer mulher.
Foto: Reprodução: Vogue Runway
• O detalhe técnico
Na parte de trás um elástico permitia liberdade de movimento, algo raro nos sapatos femininos da época.
Um elástico discreto, uma revolução de conforto
Foto: Reprodução: Pinterest
PREÇO E.Ú. :R$4.444,44
PREÇO LOJA: R$19.250,00
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5 centímetros
• O salto
Enquanto a moda da época empurrava satos cada vez mais altos, Coco escolheu um salto baixo e estável, coerente com sua filosofia de que elegância não deveria custar o conforto de quem usa.
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Um sapato de duas cores x monocromáticos
• A ruptura
Antes do lançamento, os sapatos femininos eram, quase sempre, de uma cor só. O contraste bicolor era, em si, um gesto de ruptura, coerente com a trajetória de Coco de questionar convenções.
65 estapas de produção, feitas à mão na Itália
• A fabricação
Cada par passa por dezenas de processos artesanais antes de ficar pronto, um nível de detalhe que explica por que o modelo nunca foi, de fato, só mais um sapato bicolor.
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Virou uniforme de atrizes e it girls quase da noite para o dia
• O sucesso imediato
Foto: Reprodução: Vogue
Décadas de reinterpretações, sem nunca sumir de linha
• Era Lagerfeld
Foto: Reprodução: Vogue Runway
O bicolor virou alpargata, sandália, bota, oxford e sapatilha
• Além do Scarpin
Mais de 65 anos depois, ainda nas passarelas e nas ruas
• Por que resiste
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O clássico segue vivo nas coleções mais recentes
• Hoje
Cada nova geração criativa da Chanel - de Virginie Viard a Matthieu Blazy - passou pelo menos uma vez pela releitura do bicolor.
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Um clássico que não sai de moda e nem perde valor
• Por que investir
Diferente de peças de tendência passageira, o bicolor mantém procura constante no mercado second hand, o que sustenta seu valor de revenda em praticamente qualquer estado de conservação.
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O recorte do bico preto precisa ser perfeito
• Fica de olho: costura
Na peça original, a linha entre o bege e o preto é limpa e uniforme, sem sobreposição de couro visível. Costuras tortas ou colagem malfeita são sinais claros de réplica.
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A sola conta a história do par
• Fica de olho: Gravação
Informações de fabricação gravadas com precisão, sem borrões, e o icônico logo bem posicionado no salto são detalhes que a equipe de autenticação sempre confere primeiro.
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Curadoria com certificado de autenticidade
• Etiqueta Única
Cada sapato Chanel da nossa seleção passa por verificação criteriosa da nossa equipe especializada.
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Um clássico, décadas de hitória
• Continue explorando
Do bicolor às joias, cada peça da Chanel carrega uma decisão de design com propósito. Descubra mais sobre a maison e sua era atual no blog.
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