O Novo Logo da Lacoste: Marca Francesa Renova sua Identidade Visual
Tem marca que muda tudo para continuar relevante. A Lacoste faz o oposto — ajusta com cuidado o que já funciona. E talvez seja exatamente por isso que continua atual.
Fundada em 1933 por René Lacoste, a etiqueta francesa nasceu de um gesto simples, mas definitivo: levar leveza e elegância ao uniforme esportivo. A polo de algodão piqué, criado para as quadras de tênis, atravessou décadas e saiu do esporte para o guarda-roupa cotidiano. É esse histórico que sustenta cada decisão da marca até hoje.
Agora, em um momento em que o sportswear volta a ganhar força no mercado de luxo, a Lacoste revisita seus próprios códigos — sem pressa e sem barulho.
O Novo Logo Lacoste
A mudança começa pelas letras. Em parceria com a Commission Studio — agência que também já trabalhou com Fenty e Rimowa —, a Lacoste redesenhou sua tipografia com base nos arquivos da maison.
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“A tipografia é um dos elementos definidores. Inspirada nos arquivos da maison, ela resgata a presença marcante de caracteres com serifa, historicamente enraizados na expressão da marca Lacoste. Criada sob medida, ela se destaca pela atenção meticulosa à proporção, ao ritmo e ao espaçamento, afirmando uma assinatura que é, ao mesmo tempo, precisa e distintiva”, explica a marca.
O resultado é mais elegante, mais alinhado com o momento atual da moda — onde o luxo aparece de forma mais contida, quase silenciosa. Essa nova assinatura já começa a surgir nas lojas e nas sacolas, criando uma imagem mais coesa.

Verde Lacoste: o ajuste que faz diferença
Poucas cores são tão reconhecíveis quanto o verde da Lacoste. E ele também passou por revisão. A ideia foi simples: voltar o mais próximo possível da tonalidade original.
Na prática, isso traz mais profundidade e reforça a conexão com a história da marca. O ocre e o off-white entram como complemento, ajudando a construir uma paleta mais sofisticada — daquelas que funcionam tanto no produto quanto na comunicação.
O crocodilo continua o mesmo — mas mais interessante
Criado nos anos 1930 pelo designer Robert George, o crocodilo talvez seja um dos símbolos mais fortes da moda. E mexer nisso exige respeito.
“O icônico Crocodilo – emblema da marca – é objeto de uma cuidadosa reflexão em suas aplicações, permitindo que seja exibido de forma mais eficaz conforme o contexto, especialmente quando utilizado de maneira isolada. A língua vermelha, já presente no design original, ganha maior destaque em determinadas aplicações. Esse detalhe histórico é valorizado, alinhando-se ao espírito de liberdade e ludicidade da Lacoste. O verde emblemático da label foi ajustado para se aproximar o máximo possível de sua tonalidade original, resgatando uma intensidade fiel à história da grife.”
O que muda está no uso: ele ganha mais liberdade. Pode aparecer discreto ou em destaque, dependendo da proposta. Funciona melhor sozinho, respira mais — e conversa com um consumidor que já não precisa de excessos para reconhecer valor.

O que essa mudança diz sobre a Lacoste hoje
A Lacoste nunca foi sobre exagero. E essa atualização deixa isso ainda mais claro. Em vez de correr atrás de tendências, a marca olha para dentro — e encontra ali o que precisa para continuar relevante.
Em um mercado onde muitas etiquetas tentam se reinventar a cada temporada, a Lacoste segue outro caminho: o de lapidar o próprio legado. E, no cenário atual do sportswear de luxo, isso pode ser exatamente o que a diferencia.
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